O que trava em um lugar costuma falar da vida inteira.
Uma reunião que paralisa, uma frustração que se repete, uma vergonha difícil de nomear. Na psicoterapia, olhamos para o que esse sofrimento diz sobre você — e trabalhamos com a sua realidade, não com um ideal de quem você deveria ser.
Comunicação e saúde emocional raramente andam separadas.
Quando alguém não consegue dizer o que pensa — no trabalho, numa negociação, numa relação — quase nunca falta técnica. O que pesa costuma ser a expectativa, o medo de errar, a vergonha de ser visto como se é. É por isso que meu trabalho começa pelas emoções, e não pelo comportamento.
Trabalhar com a realidade, não com um sonho
Muita gente chega à terapia medindo a própria vida contra uma régua impossível: o profissional que nunca hesita, a pessoa que nunca se frustra. Meu papel é ajudar você a reconhecer esse ideal, atravessar transformações e ocupar o lugar real que você já tem.
Emoção antes de técnica
O coaching mira somente no comportamento e não alcança o que a pessoa sente. Aqui, a dificuldade é escutada antes de ser corrigida.
Transformações dos ideais
Frustração e vergonha muitas vezes nascem da distância entre quem somos e quem achamos que deveríamos ser. Elaborar essa transformação abre espaço para agir.
Do específico ao amplo
O sofrimento que aparece numa situação concreta provavelmente se repete em outros momentos da vida, só que ali fica mais visível. Entender isso auxilia no processo de autoconsciência.
O que costuma chegar ao consultório
Atendo adultos e profissionais de diferentes áreas. Alguns dos temas mais frequentes:
Frustração e expectativas
Quando o resultado nunca parece suficiente, ou quando a vida não saiu como o planejado.
Vergonha e medo de exposição
O receio de ser julgado, de errar em público, de ocupar espaço.
Ansiedade em situações de desempenho
Reuniões, apresentações, entrevistas, avaliações — momentos em que a cabeça trava.
Regulação emocional
Reconhecer, nomear e lidar com emoções intensas sem ser governado por elas.
Carreira, transições e recomeços
Mudanças de rota, retomadas, decisões que mexem com identidade e autonomia.
Comunicação e negociação
Dizer o que se pensa, sustentar uma posição, lidar com conflito nas relações de trabalho.
Um processo combinado com você
Primeira conversa
Você me escreve contando um pouco do que está vivendo. Respondo para combinarmos um primeiro encontro, sem compromisso de continuidade.
Sessões regulares
Encontros de 50 minutos, online, com frequência definida em conjunto. Tudo o que é dito é sigiloso.
Revisão do caminho
De tempos em tempos olhamos juntos para o processo: o que mudou, o que ainda pesa, o que faz sentido seguir trabalhando.
A clínica alimenta a pesquisa, e a pesquisa volta para a clínica
Estou me preparando para o mestrado em Psicologia clínica. O que estudo nasce das perguntas que surgem no consultório.
Quando o sofrimento aparece num contexto específico
Minha hipótese de trabalho é que a dificuldade que surge em situações de desempenho e exposição raramente é só local: ela espelha um sofrimento mais amplo, que ali fica mais visível.
Por isso proponho uma lente transdiagnóstica: quando a pessoa percebe que o que sente vai além daquela situação, ela tende a lidar melhor com a ansiedade na vida como um todo — e a literatura ainda olha pouco para isso como resultado.
- Desenho: revisão de escopo da literatura científica (2020–2026)
- População: adultos em psicoterapia
- Desfechos de interesse: integração identitária e alívio do sofrimento em geral
Sou Graziela Mercurio
A palavra sempre foi o meu material de trabalho. Antes da Psicologia, me formei em Letras e em Tradução e Interpretação, e passei muitos anos em empresas, acompanhando o desenvolvimento de profissionais como médicos, engenheiros e empreendedores.
Nesse percurso fiz formações em coaching e percebi o limite delas: davam conta do comportamento, mas não do que as pessoas sentiam e as consequências. Optei por buscar base científica ao que eu já fazia com emoções e desenvolvimento humano. Foi assim que cheguei à Psicologia — e, agora, em preparação ao mestrado.
Valorizo a precisão, a especificidade e o compromisso com a realidade. Acredito em processos honestos com comunicação assertiva, que devolvem à pessoa autonomia sobre a própria vida.
- Letras e Tradução e Interpretação — Universidade Ibero-Americana, São Paulo
- Formações complementares — Coaching (Sociedade Brasileira de Coaching), Docência no ensino superior (FGV), Jornalismo (PUC)
- Psicologia — FMU e pós-graduação em Psicologia Clínica (UNINTER) e em Psicologia Analítica (Freedom)
- Mestrado em Psicologia Clínica — em preparação
Conte um pouco sobre você
Não precisa saber exatamente o que dizer. Algumas linhas sobre o que está vivendo já bastam para começarmos.